domingo, 17 de maio de 2009

B&B de volta ao pop













Nova canção de Benny & Björn para site do Hotel Rival

A nova canção para o brevemente reinaugurado site do Hotel Rival chama-se "2nd Best to None" e é cantada pelo quadro de funcionários do hotel Rival. "Nós não fazemos nenhuma canção pop há um longo tempo", disse o músico. Andersson teve a idéa de gravar 2nd Best To None em setembro do ano passado, no quinto aniversário do Hotel Rival, ocasião em que os funcionários se reuniram. "Eu percebi que pelo menos 20 deles estavam cantando em coros amadores em Estocolmo", ele disse. "Perguntei-lhes: vocês querem que eu escreva uma canção para vocês para colocar em nossa homepage? Eles disseram sim e foi o que fizemos. "Eu perguntei a Björn se ele gostaria de escrever as letras, e nós a gravamos com o pessoal. Nós a lançamos como single também. Foi divertido e foi bem cuidado pelo pessoal do hotel mais do que qualquer outra coisa."

Story of a Heart - nova canção pop e novo álbum em inglês da banda Benny Andersson

A data de lançamento de 6 de julho de 2009 está definida para o novo álbum "Story of a Heart" - não pela orquestra de Benny Andersson ou mesmo Benny Anderssons Orkester, mas pela "The Benny Andersson Band", trazendo uma nova composição pop de Benny Andersson e Björn Ulvaeus cantada por Helen Sjöholm. A nova faixa (Story of a Heart) foi gravada por uma dos vocalistas do grupo, Helen Sjöholm, e vai aparecer ao lado de músicas folk que já foram lançadas na Suécia. Björn Ulvaeus escreveu as letras originais em sueco, e ele está traduzindo para o Inglês para o lançamento no Reino Unido em 6 de julho. "É uma boa expectativa poder ser capaz de lançar o tipo de música que venho fazendo durante os últimos 10 anos, que é orientada no folk", disse Andersson. O grupo irá também apresentar o seu primeiro concerto em Inglês no Hampstead Heath, Londres, em 4 de Julho.

A trilha sonora da minha vida: a estrela do ABBA Benny Andersson diz a Craig McLean quais são os seis álbuns que têm um significado muito especial para ele...

O primeiro disco que comprei...
Elvis Presley, Jailhouse Rock (1957)
Na Suécia não tínhamos rádio comercial na época. Mas era esta estação pirata no Báltico, Rádio Nord. Não tenho certeza se o ouvi lá, mas as pessoas com certeza falavam sobre esse rapaz. E eu percebi que havia algo que eu não havia ouvido antes. Especialmente a irreverente "Treat Me Nice", porque ela começa com algo no piano - Eu comecei piano um ano antes.

A minha introdução à melodia...
Mantovani, Film Encores (1957)
Por alguma estranha razão quando eu tinha 12 ou 13 comprei este. Haviam muitas maravilhosas nele: Laura, Limelight, Three Coins in the Fountain. Você sabe que Mantovani é assim: cordas e toneladas de reverberação. Portanto não muito rock'n'roll. Eu aprendi todas essas canções e foi o que me tornou melódico. A essência da boa música para mim sempre foram boas melodias.

Memórias do meu primeiro apartamento...
Rattviks Spelmanslag, Gardeby Laten (1950)
Eu tinha 18 anos e uma morada em Estocolmo. De manhã eu ia buscar o meu pequeno gramofone portátil e tocava este. Todas as aldeias no norte tinham o seu próprio "spelmanslag", grupos de violinistas, e Rattviks era uma dessas cidades. Tocava Gardeby Laten todas as manhãs no meu novo apartamento para ficar de bom humor. Eu sempre estive sintonizado na música de violino, a essência do folk sueco.

Como todas as músicas estão ligadas...
Le Mystere des Voix Bulgares, Sableyalo Mi Agontze (1986)
Eu estava sentado no carro talvez há 20 anos e essa música tocou no rádio. O que é isso? É como ovelhas! Era realmente uma coisa natural, mulheres cantando músicas conhecidas a época que seus avós estavam crescendo. Música folk da Bulgária não tem exatamente a mesma linguagem do folk sueco, mas há algo nela que faz você grudar. Todas as músicas folclóricas são mais ou menos ligadas.

A prova de que o pop não morreu...
Alanis Morissette, Jagged Little Pill (1995)
Ouvi muito isso quando foi lançado, nessa época eu não estava mais escrevendo canções pop. Era uma recordação do sólido pop dourado, de uma mulher fantasticamente talentosa com boa composição e uma grande voz, e um álbum muito bem produzido por Glen Ballard. É um dos 10 melhores álbuns da minha vida quando se trata de música pop, ao lado de Rumours e Hotel California.

O espírito do pop sueco...
Robyn, Robyn (2005)
Robyn é uma grande artista. Ela tinha 16 anos quando começou e se transformou de imediato uma grande estrela na Suécia. Ela era uma menina agitada no meio de tudo o que existia, sem ser uma camaleoa como Madonna. Ela ainda tem seu próprio estilo, o tempo todo. Tocamos durante a abertura do meu hotel, o Rival, em Estocolmo - Toquei piano e ela cantou a sua canção "O Baby". Ela sabe atuar em conjunto.

(Publicado em 17 de Maio de 2009 no jornal britânico "The Observer" e no site "Guardian")

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Agnetha & Frida em 1975

Metade do ABBA está sentada à minha frente com as mãos no colo. Agnetha Fältskog está vestida em um brim azul com flores dançantes. Sua loiro e longo cabelo cai sobre seus ombros. Com a sua pele saudável e seus claros olhos azuis ela é a típica garota sueca. Anni-Frid Lyngstad, de calças brancas e uma blusa branca, tem um olhar mais perigoso. Seus olhos brilham, às vezes eles parecem felizes, por vezes melancólicos. Seu cabelo vermelho-marrom se espalha ao redor da sua testa. Nós estamos sentados e discutindo sobre a outra metade do ABBA, Benny Andersson e Björn Ulvaeus. Björn é casado com Agnetha e Benny vive com Frida. Como é que eles podem viver e trabalhar juntos?

Frida: Às vezes você não está de bom humor ou mesmo irritado, mas está tudo OK. Assim como em uma família. E nós estamos sempre de bom humor quando estamos nos apresentando. Você tem tantas outras coisas para se concentrar depois. Você não tem tempo para ficar irritado.

Agnetha: Björn e eu brigamos muito mais antes, mas isso foi provavelmente porque não nos conhecíamos muito bem. Penso que o mesmo acontece com o grupo. Aprendemos a aceitar e tolerar as diferenças um do outro. Frida e eu somos temperamentais, com grandes oscilações de humor. Mas geralmente não ficamos irritadas por muito tempo. Podemos ficar deprimidas às vezes e isto é uma coisa engraçada porque geralmente acontece comigo e com ela ao mesmo tempo.

Frida: É estranho, mas eu fico mais deprimida agora do que antes do Eurovision Song Contest (quando eles venceram com Waterloo). Agora a pressão é maior. Temos de trabalhar muito mais tanto na Suécia como no exterior.

Agnetha: Sim, temos de trabalhar mesmo quando estamos doentes. Durante a longa turnê européia no verão passado, cancelamos apenas um show. Foi quando Frida teve uma infecção de garganta muito forte e não conseguia cantar tudo.

Frida: Espere, não estamos tristes o tempo todo. Temos muitos bons momentos nisso tudo. E nós não sentimos que o sucesso veio muito cedo ou muito facilmente. Nós, os quatro, trabalhamos arduamente no mundo da música por muitos anos. Mas é claro que você se cansa de si mesmo às vezes. Quero dizer que neste trabalho você olha para si próprio no espelho o tempo todo. Você tem que procurar o melhor de si. E ainda por cima você vê seu rosto em quase todos os jornais quase o tempo todo. Às vezes eu realmente quero mudar minha aparência - criar uma nova Frida.

Agnetha: Sim, não é muito revigorante estar em turnê. Você fica nervosa, sua pele, o cabelo, tudo parece terrível. Principalmente por causa da falta de sono, eu acho. É muito difícil estar na estrada. Às vezes penso que é um preço muito alto que não vale a pena.

Frida: Nestas situações é importante que fiquemos juntos e mantenhamos alto o nosso astral. O sentimento de segurança no grupo é fundamental, tem de se tornar o seu lar. Mas este verão será diferente. A turnê folkpark foi cuidadosamente planejada. Começaremos no Midsummers Day (21 de junho) em Skelleftea (na parte norte da Suécia) e em seguida, nós trabalharemos do nosso jeito na parte sul. Durante 17 dias faremos 14 concertos. Isso significa que teremos três dias de folga. Estou realmente ansiosa para encontrar o público folkpark novamente. Nós ainda não nos encontramos desde que nos tornamos ABBA.

Agnetha: Agora com todo o sucesso e atenção que estamos recebendo as cobranças sobre nós são maiores. Björn e eu estamos casados desde 1971 e costumamos passar nossos verões com a nossa filha Linda (ela tem dois anos e meio agora) na ilha do arquipélago de Estocolmo. Benny e Frida também têm uma casa na mesma ilha, não muito longe de nós. Eu sempre me sinto muito culpada quando estou longe de Linda. Temos uma babá que fica com ela quando estamos longe. E eu sempre prometo a mim mesma que quando chegar em casa vou passar todo o meu tempo com ela. Mas isso nunca acontece, eu tenho tantas outras coisas para fazer, mesmo quando estamos em casa. Mas às vezes eu sento com Linda ao piano e nós cantamos e tocamos juntas.

Frida: Quando se trata das crianças, pra mim foi um pouco mais fácil do que para Agnetha, eu acho. Quando eu divorciei-me do meu marido eu não sabia para onde ir pois ele tinha a guarda das crianças. Hans agora tem 12 anos e Lise-Lott tem 8. O momento mais difícil da minha vida foi quando tive de deixar os meus filhos. Mas eles sempre foram muito felizes com o pai. E agora eles visitam-me sempre que podem. Benny tem dois filhos do casamento anterior, Peter com 11 e Helene com 9 anos. Seus filhos nos visitam regularmente também e assim somos ocasionalmente uma grande família.

Agnetha: As crianças de Benny e as da Frida vêm para nossa casa na ilha e realmente cuidam bem de Linda.

Frida: Eles cantam muito juntos. Hans tem uma voz maravilhosa. Lotta é mais uma ouvinte, eu acho. No momento ela está escrevendo um pequeno livro.

Agnetha: Frida e eu somos muito diferentes no palco. Eu sou mais tímida, algo que tenho que trabalhar muito em mim. Mas eu acho que é mais fácil em um grupo como o ABBA, onde nos conhecemos muito bem. E somos sempre muito bem recebidos quando nos apresentamos, e isso ajuda muito quando você é tímido.

Frida: Eu adoro o palco. É o momento mais feliz da minha vida quando estou lá. No palco estou completamente aberta e disposta a dar tudo de mim. É tão maravilhoso interagir com o público. Mas na minha vida privada é muito diferente. Eu não gosto ser reconhecida na rua.

Agnetha: Acho que é algo que você tem que aprender a conviver. Odeio quando estou comprando mantimentos e vejo como todos em volta de mim observam exatamente o que estou comprando.

Frida: Eu percebi que desde que conquistamos o sucesso até mesmo algumas pessoas que você achava que eram suas amigas começaram a nos tratar estranhamente. Eu realmente odeio quando as pessoas estão sorrindo com as suas bocas, mas seus olhos são muito, muito frios.

(Publicado na revista Veckan em 5 de Junho de 1975)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Quanto de Agnetha ficou depois de anos no ABBA?

Agnetha Fältskog, 28. Uma dos quatro no ABBA. Agora ela e os outros membros do ABBA estão promovendo seu mais recente álbum "Voulez-Vous" em turnê mundial. Agnetha entrou na música ainda com 17 anos. "Jag var så kar" era o nome da canção que entrou para o terceiro lugar na Svensktoppen. A partir daí as coisas apenas começaram a acontecer. Aqui Agnetha fala de coração aberto sobre a sua vida como uma mulher e estrela do rock, sobre as viagens e sobre o público. E sobre o pior concerto até agora...

Você também ouviu os rumores de que você e Frida retomarão suas próprias carreiras e sobre o fim do ABBA?
- Sim, mas isso é totalmente impreciso. Estamos tentando manter o ABBA junto em vez disso.

Sem planos para uma carreira solo?
- Afinal chegará o momento para o ABBA parar. Em nossa próxima turnê vamos nos apresentar mais individualmente. Frida gosta de dançar e eu escrevo canções. Talvez seria divertido fazer algo meu.

O último LP que você fez foi "Elva kvinnor i ett hus". Você mesma escreveu as canções (exceto SOS) juntamente com Bosse Carlgren. Como você dividiu o trabalho?
- Eu componho a melodia e depois escrevo as letras em Inglês. Bosse escreve uma versão sueca das letras.

Então você prefere escrever em Inglês?
- Sim, é melhor desse jeito. Não sei porquê. É uma sensação mais natural.

Você continua a escrever músicas?
- Sim, se eu tiver tempo. ABBA toma bastante o tempo e a família também. Mas eu continuo a escrever. Haverá um novo LP que lançarei com uma canção que escrevi. É uma coletânea, "Tio år med Agnetha".

Não era pra ter sido lançado no ano passado?
- Sim, mas foi adiado já que as gravações com o ABBA foram adiadas. Será fianlizado neste verão. O nome da nova música é "När du tar mig i din famn". Escrevi-a em Inglês, mas gravei em sueco como as outras canções.

Quando ABBA parar um dia no futuro, você vai continuar a gravar músicas em sueco?
- Se eu fizesse um LP como uma artista solo e cantasse em sueco, então o outro público não seria capaz de escutá-lo. Além disso, é melhor cantar em Inglês.

Você tem tempo para compôr?
- Quando estou em turnê com ABBA eu não tenho todo o tempo livre. A essa altura estamos viajando todo dia e à noite há um show de duas horas. E aí você não pode dormir porque você está muito tenso. Você sai para comer e não vai para a cama tão cedo. Você não pode ir para a cama e dormir como um tronco de árvore.

Quanto tempo você se prepara antes de um show?
- Cerca de 2-3 horas. Então eu preciso de coisas à minha volta para ficar tranqüila e calma. Você tem que preparar a si mesmo para se manter em forma. Correr nos bosques ou algo semelhante.

Então você precisa estar em boa forma como uma atleta?
- Sim, você precisa. Mas não sempre.

Não é difícil estar no palco algumas vezes?
- Sim, se você tem problemas pessoais pode ser difícil se concentrar. Você pode estar doente ou não se sente bem e transparece isso. Pelo menos eu penso assim. Não sei se o público observa isso.

Qual foi o seu show mais difícil?
- Em Malmö Folkets Park. Eu tive uma febre de mais de 39,5 graus por dois dias e eu tive que tomar antibióticos que me deixaram exausta. Cinco minutos antes do show eu ainda não tinha me maquiado. Eu estava chorando. Foi a pior experiência que eu tive. Mas você não pode decepcionar o público. Eles compareceram para ouvir ABBA. Talvez não seja uma boa idéia entrar no palco com febre, mas você tem que ir. Você não pode simplesmente cancelar.

Como você se prepara antecipadamente para um grande show como este?
- Nós começamos a ensaiar em maio. Então temos tempo livre em junho e julho e em seguida nós ensaiaremos todo o mês de agosto e uma grande parte do mês de setembro. Em 15 de setembro começa a nossa turnê nos Estados Unidos e no dia 19 de outubro nós estaremos em Gotemburgo e em Estocolmo no dia seguinte.

Como ensaiar cuidadosamente? Há espaço para improvisações no ABBA?
- Nós nunca temos uma coreografia que temos de seguir. Assim seria muito monótono. Algo está sempre acontecendo.

Mas ABBA sempre foi criticado por ser demasiado perfeito, monótono e comercial. Segundo os críticos ABBA é uma máquina sonora. Vocês se preocupam com as críticas?
- Não, não particularmente. Você aprende, senão isto quebra você se você leva tudo que é escrito para o lado pessoal. Claro que você não se sente bem se escrevem algo negativo, mas de alguma forma é fácil rejeitar isso agora.

Porque o ABBA é tão criticado?
- A inveja sueca. Muitas vezes as pessoas esquecem que há um trabalho árduo por trás disso. Eles acham que você pode ficar preguiçoso quando muito dinheiro começa a entrar, mas não é assim. Essas pessoas não sabem e não têm idéia de como é preciso muito trabalho.

Há muitas cobranças sobre o ABBA atualmente. Cada show, cada gravação tem que ser melhor que a anterior. Você sente dessa maneira?
- Pelo menos vejo diferente, e isso é difícil também.

E como é que este trabalho funciona quando você é uma mãe sozinha ao mesmo tempo?
- É difícil. Infelizmente isso é uma grande desvantagem neste trabalho.

Você traz as crianças quando está em turnê?
- Não, só quando estamos em Londres. É por uma semana e assim as crianças podem ficar lá também. Não funciona se nós viajarmos todo dia.

Quem você acha que é o público do ABBA?
- Acho que temos um público amplo. Há um fosso entre os 17 e os 25 anos, eu acho. Segundo algumas pesquisas. Mas sabemos que somos populares. Nós vendemos discos e há uma cobrança sobre nós.

O que você quer destacar quando se trata de ABBA?
- Trabalhamos com sentimentos. Nós também nos comunicamos com as letras. Muitas das letras no Voulez-Vous são muito pessoais. E por isso sentimos que é injusto sermos acusados de máquinas. Não vejo a nós dessa forma. Um monte de coisas acontece emocionalmente no palco, no estúdio e privativamente. E você observa isso ouvindo as gravações.

Existe ali algo da vida privada, quando vocês são parte do ABBA?
- Claro, completamente na verdade.

Mas os tablóides escrevem algo novo a cada semana?
- As revistas escrevem artigos sem nos perguntar, sem tomarmos parte nisso, e então eles podem errar. Eu sou contra a leitura de tablóides, mas não posso fazer nada sobre isso.

Os problemas da sua vida privada afetam a qualidade das gravações?
- Sim, eu gostaria de saber se o álbum saiu melhor por causa disso. Mas o que aconteceu foi para melhor e isto agora é passado. Mas aqueles que pensavam que o ABBA acabaria depois do divórcio estão errados. Trabalhamos melhor do que nunca agora.

Quanto de Agnetha ficou depois de todos esses anos com o ABBA? Você não atende o telefone dizendo ABBA em vez de Agnetha?
- Não, eu não. Você é constantemente lembrado disso. Eu mesma posso esquecer disso. Mas em casa eu nunca ouço nossas músicas ou vejo nossos vídeos. Eu posso ouvir o que fizemos por algum tempo para ver como soa, mas não mais do que isso.

Você não escuta suas músicas antigas?
- Não. Outro dia alguém me disse que eu tinha feito a música "Tio mil kvar till Korpilombolo". Eu realmente não a ouço desde que a gravei. É fantástico que alguém tenha lembrado. Mas eu ainda componho, se eu tiver tempo sento ao piano. Mas eu não tenho tempo. Benny e Björn compõem as canções para o ABBA e não há nada de errado com essas músicas. Muito pelo contrário. Voulez-Vous é um dos nossos melhores álbuns.

Então você gosta de Voulez-Vous?
- Sim, é um dos melhores que fizemos. Eu entendo porque muitos acharam que o "The Album" - o último álbum - foi muito difícil. Este mini-musical nós trabalhamos bem no palco, mas não ficou tão bom no álbum.

E haverá um novo LP com ABBA no próximo ano?
- Espero que sim. Björn e Benny já começaram a trabalhar nele. Se você interrompe fica mais difícil começar novamente.

Nome: Agnetha Fältskog.
Idade: 28.
Onde vive: Em uma casa em Lidingö.
Fuma: Sim, infelizmente.
Bebe: Às vezes.
Renda: Sim.


Fonte: Agnethaarchives - Por Lasse Hallgren (Publicado no jornal Aftonbladet em 27 de Maio de 1979)

sábado, 9 de maio de 2009

Agnetha em inauguração da boutique Louis Vuitton

No último dia 6 de Maio Agnetha Fältskog compareceu à inauguração da famosa boutique Louis Vuitton, em Estocolmo, ao lado da amiga inseparável Lolo Murray (que por sinal foi quem produziu as fotos para os álbuns "Wrap Your Arms Around Me" e "Eyes of a Woman"). Na foto acima Agnetha está ao lado de Micael Bindefeld, organizador da festa.

Exibindo um belo visual, bem natural e discreto, a loira surpreende pela beleza no auge dos 59 anos, assumindo com dignidade os efeitos naturais do tempo. Linda, sempre linda, mais linda ainda ao mostrar-se como realmente é, sem recorrer à plásticas (evidente que ela vem fazendo algo na área da estética, mas nada radical).

E o melhor é ver que Agnetha hoje é uma mulher bem mais segura e feliz do que nos anos 90, talvez pelo fato de ter se culpado por não ter podido dar tudo de si pelos filhos por causa do trabalho e hoje ela possa dedicar-se totalmente a eles e às netas Tilda e Esther, que representam para ela o ideal materno que como mãe devotada que sempre foi, não pôde concretizar no passado.

Em paz consigo, livre de culpas, de medos e linda: essa a Agnetha hoje. Este sorriso vale infinitamente mais do que um único verso cantado por sua bela voz...






























































sexta-feira, 1 de maio de 2009

Agnetha no estúdio em 1984

Esta é uma entrevista com Staffan Dopping para e Rádio Estocolmo no outono de 1984, quando ele visitou Agnetha e Eric Stewart no estúdio Polar Music, onde estavam gravando o álbum "Eyes of a Woman".

O tempo esteve ruim o dia todo, e agora a chuva diminuiu. Mas nós esperamos que alguma música seja feita que traga tanto alegria quanto algum dinheiro. Eu atravesso a recepção. Aceno com a cabeça um pouco indiferente como costumo fazer, e continuo rumo ao grande estúdio. É muito escuro aqui e eu posso ouvir música. Duas pessoas estão sentadas em frente à mesa de mixagem e eu acho que reconheço a mulher, então eu ando até lá.

Olá, eu sou da Rádio Estocolmo, espero não estar interrompendo alguma coisa...
- Oi Estocolmo!

Agnetha Fältskog! Oi, o que você está fazendo?
- Estou gravando um novo álbum.

Muito sábio da sua parte, já era tempo. O último teve um bocado de sucesso! (risos) Agora é a hora de você fazer algum dinheiro aqui. Este estranho aqui no escuro, quem é ele?
- É o meu produtor, o seu nome é Eric Stewart, do 10cc.

Como vai, Eric Stewart?
- Como vai, Estocolmo?

Você gosta da Srta. Fältskog aqui?
- Eu gosto dela? Bem, não posso falar a você sobre coisas desse tipo.

Está certo. Esta xícara de café aqui é minha?
- Acho que sim, uma delas (diz Agnetha).

Como você sabe eu realmente gosto de café e pensei que teríamos copos juntos aqui no estúdio Polar. Até que ponto você chegou com o álbum?
- Nós fizemos 14 ou 15 músicas de fundo em 14 dias e agora nós começamos a gravar os vocais, finalizei duas canções agora e estamos no meio da terceira hoje.

Como é que você começa a decidir quando se trata da escolha das músicas, eu suponho que você não aparece aqui apenas quando é hora de gravar os vocais.
- Eu estou aqui o tempo todo. Estou sempre aqui quando gravamos as músicas de fundo porque gosto de dar minha opinião. É aqui que você decide o que será fundamental na canção. É como dar à luz a um bebê todo o tempo.

Isso é maravilhoso! (risos) Esta é muitas vezes a prática para gravar mais músicas do que realmente cabem em um álbum? Vocês fazem isto apenas no caso de algumas delas não serem tão boas como o restante das músicas, assim vocês podem eliminá-las depois?
- Desta vez nós temos 15 músicas de fundo e acho que serão 11 ou 12 músicas no álbum. E o restante das canções serão utilizadas como lado-B nos singles.

Como você escolhe as músicas, quem as compõe, como é que tudo acontece para se obter o material certo para a escolha?
- Bem, não é só eu quem escolhe. Tivemos a sorte de obter várias fitas demo de todo o mundo. Pessoas que escreveram canções para mim, e isso é algo que me faz realmente feliz e agradeço por isso. Então eu escolhi algumas e Eric escolheu outras e Stikkan Anderson também, que escuta as músicas e comenta sobre as mesmas.

Quem são os compositores, pode me dar alguns nomes?
- É o nosso técnico, Paris Edvinsson, ele tem uma canção escrita por exemplo.

Você compôs alguma canção para este álbum?
- Sim, eu compus duas canções e acho que eles vão incluí-las no álbum, e Eric tem uma que estará no álbum, eu acho. E depois há várias músicas de diferentes compositores que contribuíram.

Desconhecidos?
- Bem...

Você tem algumas folhas aqui na sua frente: "Just One Heart".
- Estamos gravando essa canção hoje, e ela se chama exatamente "Just One Heart". Foi escrita por Paul Muggleton e Robert Noble.

Quem são eles?
- Eu realmente não sei! (risos)

Como esta canção soa, você pode cantar um pouco para mim?
- (cantando) A corrida da febre na cidade (grande gargalhada). Ela irá soar muito melhor quando for concluída.

Bem, nós certamente esperamos isso! (risos) Agnetha Fältskog, esta é a primeira entrevista em sua vida, eu acho, em que não vamos compará-la a Anni-Frid Lyngstad.
- Oh, que alívio! Já era tempo!

Sim, isso deve ser bom para você. Qual é o som, podemos ouvir mais algo? (um trecho da faixa de apoio de "Just One Heart" é tocado). Então essa é a música ao vivo apenas parcialmente mixada, no estúdio Polar. Esta é "Just One Heart"?
- Sim, é ela.

Quem são os músicos?
- Contamos com alguns músicos ingleses que Eric escolheu. Você quer que eu lhe diga todos os nomes?

Não, você não precisa fazer isso!
- Os músicos na maioria são ingleses e alguns suecos como Rutger Gunnarsson que toca baixo.

O favorito da Polar Music - Rutger Gunnarsson!
- Sim, ele e eu somos os únicos que trabalhamos juntos antes. Portanto, todos os outros são novos para mim. O trabalho está progredindo bem e estamos tendo um momento maravilhoso!

Alguém, foi Mike Chapman, quem produziu o álbum anterior? E agora é Eric Stewart. É o produtor quem faz o som do álbum tão especial? Será que é tão importante? E por que você alterou o produtor mesmo que o anterior tenha feito um excelente trabalho?
- Nem todo mundo muda de produtor de gravação a gravação. Mas é excitante experimentar diferentes produtores e eles têm a total responsabilidade pelo álbum que está seqüenciando o anterior. E eu nunca poderia ser minha produtora, porque sou crítica em relação a mim e iria mudar tudo que faço mais e mais.

Então eles têm que pará-la?
- Sim, Eric parou-me ontem por uma coisa que eu queria mudar. Isso é o que faz um produtor e um monte de outras coisas também, claro.

Quantas cópias seu último álbum vendeu?
- Cerca de 1,2 milhão de cópias.

Isto significa muito para você, que o álbum seja um sucesso ou não?
- Significa mais que eu sou capaz de fazer o que gosto de fazer melhor, e eu realmente adoro estar neste estúdio trabalhando. Portanto, se o álbum vende um ou dois milhões de cópias não importa.

Um ou dois milhões? Como você é modesta! Soa como uma mulher que diz "Eu não me importo com o que meu marido faz, se ele é o rei ou um presidente"! (risos)
- Talvez isto soe mal, mas o que eu quis dizer é que o número não significa nada, não é algo que você está pensando quando está trabalhando.

Mas certamente você deve sentir alguma pressão?
- Sim, definitivamente, mas não em termos de quantas cópias o meu álbum vai vender. A pressão que experimento é que eu quero fazer um trabalho melhor o tempo todo.

O que no último álbum, "Wrap Your Arms Around Me", foi a melhor coisa que você quis continuar a desenvolver neste novo álbum?
- Eu acho que foi a satisfação de voltar a trabalhar como cantora solo novamente. Poder ser capaz de cantar em vários estilos diferentes. Eu permito variar a minha voz muito mais. Eu posso cantar tanto baladas quanto músicas mais agitadas, um pouco rock.

(Toca "Can't Shake Loose")

Esta foi uma das músicas do último álbum que foi lançado há dois anos. Mas esse foi o álbum anterior. A propósito, Agnetha, qual é o nome do novo álbum?
- Nós ainda não decidimos o título, mas achamos que será "Eyes of a Woman", que é a música composta por Paris.

Uma mulher de gelo?
- Não, uma mulher de olhos! (ambos riem)

Oh, eu sei, me desculpe. E são seus olhos, não?
- Claro, tem que ser.

Eric Stewart, você está de pé com as mãos nos bolsos. Parece uma vida fácil produzir este álbum?
- É uma delícia sim.

Você foi um dos membros do 10CC. Hoje você é essencialmente um produtor, correto?
- Sim, estou mais produzindo, trabalhando com outras pessoas em seus álbuns.

Fale sobre Agnetha Fältskog em 30 segundos!
- Em 30 segundos? Ela é uma moça muito bonita, ela tem uma voz maravilhosa, ela escreve músicas muito boas e eu realmente estou gostando de fazer este álbum com ela aqui em Estocolmo. Este realmente será um álbum fabuloso.

Você naturalmente escutou seu primeiro álbum solo. O que você achou dele?
- Achei que a voz dela era grande, mas penso que a escolha de parte do material era muito pobre.

Que música você gosta mais?
- O single, que foi "The Heat Is On" e eu gostei da canção da própria Agnetha "Man". Uma bela balada, uma canção de amor muito boa, belas letras, o tipo de coisa que todo mundo gosta de ouvir e compreender.

Você tem trabalhado aqui no estúdio há umas duas de semanas. Como é que você começa junto, como você coopera? Como é a música que vem junto?
- Nós trouxemos mais músicos da Inglaterra. Trabalhamos por três semanas dia e noite até que completamos todas as faixas de apoio. E todos deram idéias, temos idéias do engenheiro, Paris, e temos idéias de Agnetha acrescidas das minhas próprias idéias de produção. É como uma reação química de pessoas que trabalham em conjunto. E eu estou realmente nocauteado neste estúdio aqui.

O que é tão especial nele?
- Ele apenas tem um grande som, muito, muito natural, som ao vivo. Boa engenheiros e uma atmosfera encantadora. Todo mundo que trabalha aqui, não apenas na sala de controle. As pessoas do escritório, as garotas da recepção. É apenas uma equipe muito boa e feliz. Estou muito contente por estar aqui.

Não sente falta da luz do dia, é quase como um porão aqui?
- Nós começamos a ficar com essa cor cinzenta depois de algumas semanas, mas Paris reservou para a nós um solário, então vamos para um solário com uma grande dama finlandesa, não Agnetha, não! Alguns grandes jogadores finlandeses vão nos dar uma massagem.

Se o álbum vender menos de dois milhões de cópias, você vai ficar desapontado?
- Eu ficaria muito desapontado e surpreendido, porque nós temos cerca de cinco canções potenciais de sucesso aqui.

E você está sendo sério agora?
- Sim, eu sou muito sério. Vai ser difícil escolher as músicas porque temos tantas e como Agnetha disse, temos faixas escritas por compositores maravilhosos do mundo todo. E nós tivemos pessoas que pediram para compor especialmente para este álbum e para Agnetha. E estamos muito surpresos e felizes pela reações que tivemos destes grandes compositores.

Obrigado, Eric Stewart!
- Obrigado!

No meu lado direito está sentado Paris e ele está mixando uma faixa. O quanto você é importante nisso? Eles disseram-me que você é importante.
- Eu estou tentando contribuir com tudo que eu puder.

Até que horas você trabalha à noite?
- Costumamos ir em até meia-noite, uma hora ou mais.

Agnetha, sobre a matéria do tablóide. É verdade que você requereu uma adesão ao Stadsteatern (Stockholm City Theatre)?
- Não, onde você ouviu isso?

Você aderiu ao boicote aos tablóides.
- Sim, apoiei-o com todo o meu coração.

Você começou o boicote há uns dois anos atrás, não é mesmo?
- Não acho que fui eu quem começou. Foi Anders Wall que estava farto e que me fez finalmente reagir. E espero que ele faça a diferença. É realmente um lado triste dessa profissão, eu acho.

Quando o álbum estiver concluído você vai voar para promovê-lo ou vai ficar em casa em sua cadeira de balanço e deixá-lo vender por si mesmo?
- Bem, eu não sei como vou fazer desta vez. Nós estamos debatendo isso já que eu não vou mais voar.

Está completamente determinada a não voar novamente?
- Sim, infelizmente eu estou. E é realmente triste porque me limita. Não apenas quando se trata de promover um álbum, mas também na minha vida privada. Eu não posso viajar para qualquer lugar nas minhas férias.

Que triste pra você!
- Sim, mas posso pegar o carro. Eu dirijo para a França e a Itália depois.

E você não está com medo de fazer isso?
- Não, não sinto qualquer receio quando estou dirigindo. Mesmo que eu esteja muito consciente de que esta é uma forma muito mais perigosa de viajar. Mas isso não muda meus sentimentos sobre voar.

Eric está totalmente animado sobre este álbum e sua voz e ao fato de que pessoas de todo o mundo comporam canções para você quando souberam que estava planejado fazer outro álbum. Essa é uma situação fantástica.
- Sim, sinto-me muito privilegiada, já que não sei se acontece o mesmo com muitos cantores. Mas ambas, Frida e eu temos tido a oportunidade de escolher entre várias músicas e estou muito grata por isso.

Será que você lançará um novo álbum por ano a partir de agora?
- Não posso prometer um por ano. Talvez um de dois em dois anos.

Quando este álbum será lançado?
- Vai ser lançado em meados de fevereiro do próximo ano. O estúdio aqui foi reservado até a primeira semana de novembro.

Eu sei que não é permitido dizer "boa sorte" em sua profissão, por isso eu digo "quebre uma perna" e obrigado, Agnetha!
- Obrigada!













Fonte: Abbamikory

domingo, 26 de abril de 2009

Björn diz que deixaria Duffy gravar uma canção do ABBA

Björn é fã assumido da cantora Duffy e disse que seria ótimo se a cantora de sucesso do País de Gales quisesse usar uma canção do ABBA, desde que ela a utilize “inteligentemente” como Madonna fez com o sampler de “Gimme! Gimme! Gimme!” no seu sucesso mundial “Hung Up”.

Uma das estrelas do ABBA, que conquistou a fama quando venceu o Eurovision Song Contest em 1974 com Waterloo, gostaria de colaborar com a cantora porque é um grande fã de sua voz "invulgar”.

Ele disse: "Eu sempre ouço o sucesso Mercy de Duffy quando estou no carro. Ela é fantástica, muito incomum. Eu amo seu som original e sua voz diferente. Se Duffy pedir para usar alguma música do ABBA e fizer isso de forma inteligente como Madonna fez, eu poderia considerar em aceitar isto”.

Embora ele seja um fã de Duffy, o músico de 64 anos - que anteriormente era casado com sua colega de banda Agnetha Faltskog - não gosta de tudo na música moderna.

Ele explica: "Eu não gosto de bandas que são fabricadas. Os Beatles, que escreveram sua própria música, são para mim o ideal em termos de grandeza. A banda equivalente hoje é Coldplay." Björn - que este mês comemorou o 10 º aniversário do sucesso musical “Mamma Mia!’”, que é baseado nas músicas da banda, no teatro West End em Londres - admite que está surpreso com a popularidade que o ABBA ainda tem hoje.

O compositor disse: "Quem pensaria que o Eurovision levaria a tudo isto?”. O quarteto sueco - que também foi composto por Agnetha Fältskog, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad - recentemente liderou a lista dos artistas com retorno mais desejado pelos fãs.

Canção de Agnetha Fältskog em filme sueco

O filme sueco “Låt den rätte komma in” de 2008 estreou há algumas semanas no Reino Unido, embora já esteja disponível em DVD na Suécia. Seu título internacional é “Let The Right One In”.

A canção “Försonade” foi um lado B em 1968 e também apareceu no álbum “Agnetha Fältskog”, o primeiro da cantora. Ela também compôs a letra e música.

O filme, dirigido por Tomas Alfredson, estreou na Suécia em 26 de janeiro do ano passado e já recebeu 27 prêmios pelo mundo. Com temática de vampiros e cenas violentas, mas altamente romântico. Aqui no Brasil ele foi apresentado no Festival Internacional de Cinema de São Paulo com o título “Deixe Ela Entrar” em 17 de outubro de 2008 mas ainda sem data de estréia por aqui.

Sinopse do filme:

Oskar é uma frágil criança de 12 anos que sofre de maus tratos pelos colegas do colégio. Embora não ofereça resistência, sonha com a vingança. O seu desejo é ter um amigo e isto torna-se realidade quando conhece Eli, também com 12 anos, que acaba de chegar à escola. Mas esta mudança de Eli coincide com uma série de ataques misteriosos e mortes. Oskar descobre então que Eli é vampira, mas a amizade que sente por ela é mais forte que o medo.

Trilha sonora (não disponível em cd):

Försonade – Agnetha Fältskog
Kvar i min bil – Per Gessle
Flash in the Night – Secret Service

Agnetha em cerimônia de gala

Celebridades suecas foram convidadas a participar da cerimônia da gala do prêmio “Marianne and Sigvard Bernadotte Artist Fund” no dia 18 de junho de 2009, em Stadshuset (Stockholm City Hall). Os prêmios serão entregues pela princesa Victoria da Suécia. O evento se torna mais especial porque Marianne Bernadotte, tia da princesa Victoria, completará 85 anos de vida.


Marie Fredriksson (da banda Roxette) se apresentará no evento, assim como a cantora de ópera Barbara Hendricks com Staffan Scheja e o violinista Christian Svarfvar. Uma convidada especial, além de outros famosos, foi anunciada esta semana no evento de imprensa que ocorreu no Grand Hôtel em Estocolmo: Agnetha Fältskog! Porém não foi confirmado se ela se apresentará, o que seria uma enorme surpresa...
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